Ossadas humanas ficam expostas em torre de cemitério no litoral de SP; VÍDEO
Ossadas humanas são encontradas expostas em cemitério do litoral de SP Diversas ossadas foram encontradas abandonadas dentro de uma estrutura a céu aberto no...
Ossadas humanas são encontradas expostas em cemitério do litoral de SP Diversas ossadas foram encontradas abandonadas dentro de uma estrutura a céu aberto no cemitério municipal de Mongaguá, no litoral de São Paulo. Imagens feitas por produtores de conteúdo mostram a situação, que causou revolta na população (assista acima). Os ossos foram flagrados dentro de uma estrutura de concreto, que é fechada por uma grade, e tem aproximadamente seis metros de altura. A cena ocorreu no Cemitério Municipal da Igualdade, no bairro Balneário Europa. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Restos mortais foram encontrados abandonados em estrutura do cemitério municipal de Mongaguá Luiz Roberto Silvestre Filho e Guilherme Alves dos Anjos De acordo com a Prefeitura de Mongaguá, trata-se de um “espaço restrito, destinado ao armazenamento de ossadas provenientes de exumações administrativas, realizadas quando os prazos legais se encerram sem que os familiares providenciem a retirada dos restos mortais” (veja o posicionamento completo mais abaixo). Ao g1, o jornalista e produtor de conteúdo Guilherme Alves dos Anjos contou que foi até o local com a equipe dele após receber a denúncia de um colega. As imagens, feitas por drone, de Luiz Roberto Silvestre Filho mostram uma grande quantidade de ossos sobre sacos plásticos da cor azul (veja abaixo). Diversas ossadas foram encontradas dentro de uma estrutura de concreto em Mongaguá (SP) Luiz Roberto Silvestre Filho No cemitério, Guilherme decidiu ‘escalar’ a torre de mais de 5 metros para ver a cena de perto. De acordo com ele, havia restos mortais ainda com cabelo. “Descaso com os familiares”, lamentou, em entrevista ao g1. Guilherme Alves dos Anjos subiu em estrutura onde ossos foram encontrados em Mongaguá Guilherme Alves dos Anjos O que diz a prefeitura? Em nota, a Prefeitura de Mongaguá afirmou que o material armazenado é composto exclusivamente por “ossos secos que, sob o aspecto sanitário, não representam risco de contaminação, uma vez que a maioria dos microrganismos causadores de doenças infectocontagiosas depende de condições específicas para sobreviver e se multiplicar”. Apesar disso, a prefeitura afirmou que a situação representa um “problema crônico de falta de espaço” que se arrasta há anos no cemitério. Segundo a administração municipal, a estrutura já existia e era utilizada em administrações anteriores para a mesma finalidade. “Diante dessa realidade e da necessidade de modernização, a prefeitura já vem adotando medidas definitivas, como a publicação em agosto deste ano do decreto de desapropriação de áreas vizinhas (Decreto nº 8.100/2026) para a expansão do terreno, além da aprovação de leis recentes para permitir a futura instalação de um crematório na cidade”. De acordo com a prefeitura, o espaço recebe manutenção periódica para a continuidade dos serviços e para assegurar a preservação do local. Além disso, a cidade estudará novas formas e modelos de acondicionamento para o material após a conclusão da expansão física do cemitério. Cemitério da Igualdade, em Mongaguá Divulgação/Prefeitura de Mongaguá VÍDEOS: Tudo sobre Santos e Região